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04 May 2019 04:32
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<h1>Organic' SXSW Blogger Buzz?</h1>

<p>Meninas pela Europa s&atilde;o centro de campanhas que promovem alimentos ricos em gordura, a&ccedil;&uacute;car e sal, alerta a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de. Pais subestimam t&eacute;cnicas publicit&aacute;rias persuasivas e personalizadas. As gurias europeias est&atilde;o sendo &quot;bombardeadas&quot; com an&uacute;ncios e marketing digital que promovem o consumo de alimentos perigosos &agrave; sa&uacute;de e que aumentam o tra&ccedil;o de obesidade infantil, alertou nessa sexta-feira (04/11) a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de. Em relat&oacute;rio, pesquisadores da OMS pedem que pol&iacute;ticos ajam pra socorrer as garotas dos an&uacute;ncios desses alimentos em portais de internet, jogos - os chamados advergames - e redes sociais. Zsuzsanna Jakab, diretora regional da OMS para a Europa.</p>

<p>Segundo Jakab, na car&ecirc;ncia de mecanismos reguladores eficientes nas m&iacute;dias digitais, as mo&ccedil;as acabam expostas a t&eacute;cnicas de marketing persuasivas e personalizadas. OMS. Como aus&ecirc;ncia regulamenta&ccedil;&atilde;o efetiva e controle sobre o marketing digital, as crian&ccedil;as ficam expostas a poderosas campanhas de marketing online a come&ccedil;ar por plataformas digitais que coletam detalhes pessoais de usu&aacute;rios. O relat&oacute;rio descreve ainda como organiza&ccedil;&otilde;es tiram proveito do emprego de smartphones pelas crian&ccedil;as.</p>

<p>V&aacute;rias vezes, as Como Conquistar 10k Seguidores No Instagram? da localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica dos aparelhos pra divulgar an&uacute;ncios e &quot;ofertas especiais&quot; em tempo real, no momento em que os usu&aacute;rios se localizam em &aacute;reas onde definidos produtos s&atilde;o vendidos. Pesquisas apontam que em torno de dois ter&ccedil;os das meninas que se tornam obesas antes da adolesc&ecirc;ncia se tornar&atilde;o adultos obesos. Estima-se que 25% das criancinhas em idade escolar na Europa neste momento estejam acima do peso certo ou obesas, segundo o estudo da OMS. Estas meninas est&atilde;o mais aptas a desenvolver doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, como o diabetes, c&acirc;ncer e dificuldades card&iacute;acos.</p>

<p>E, ao inverso do que se pensa, essa corrente de not&iacute;cias falsas n&atilde;o &eacute; consumida somente por apoiadores de pol&iacute;ticos radicais ou por pessoas com baixa escolaridade. Em abril de 2017, o BBC Trending noticiou que havia uma onda de not&iacute;cias falsas sobre isto Trump. Especialistas dizem que pessoas com n&iacute;vel alto de escolaridade assim como s&atilde;o capazes de ser enganadas por mentiras e frequentemente s&atilde;o mais refrat&aacute;rias no momento em que expostas a informa&ccedil;&otilde;es que desafiam tuas avalia&ccedil;&otilde;es.</p>

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<li>Analise todas as m&eacute;tricas dispon&iacute;veis sobre o assunto sua corpora&ccedil;&atilde;o</li>

<li>Marque pessoas nas imagens do Twitter</li>

<li>G&ecirc;meos Rafa e Manu</li>

<li>Formato DAS IMAGENS Para o LINKEDIN</li>

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<p>Contudo a onipresen&ccedil;a do termo fake news quem sabe esteja iniciando a torn&aacute;-lo sem significado. Todo tipo de tema - descontextualizado, manipulado, fundamentado em teorias da conspira&ccedil;&atilde;o, incorreto ou que as pessoas s&oacute; n&atilde;o gostam - passou a ser rotulado com a senten&ccedil;a. Curso De Gest&atilde;o De Redes sociais , diretor do instituto internacional de checagem de fatos Poynter.</p>

<p>Deste jeito, alguns especialistas com vasta experi&ecirc;ncia pela &aacute;rea come&ccedil;aram a recuar do bombardeio de fake news. Internet Sela Regresso Dos &aacute;lbuns Conceituais Como Ferramenta De Marketing , ag&ecirc;ncia sem fins lucrativos de checagem de detalhes, baseada no centro Shorenstein da Universidade de Harvard, nos Estados unidos. Wardle diz que a obsess&atilde;o com o termo fake news - e, sim, essa reportagem podes ser inclu&iacute;da nela - assim como est&aacute; prejudicando a credibilidade de ve&iacute;culos at&eacute; desse modo confi&aacute;veis.</p>

<p>O que possibilitou a vers&atilde;o moderna das fake news, ou a desinforma&ccedil;&atilde;o, foi o progresso explosivo das redes sociais. O que fazer pois? A checagem de not&iacute;cias funciona, diz Alexios Mantzarlis, entretanto uma solu&ccedil;&atilde;o automatizada n&atilde;o &eacute; a &uacute;nica resposta. Nem sequer todas as corpora&ccedil;&otilde;es de checagem de not&iacute;cias no universo juntas ser&atilde;o capazes de derrotar sozinhas cada not&iacute;cia falsa. E mesmo que haja perguntas quanto &agrave; efic&aacute;cia da checagem de detalhes, Mantzarlis acredita que este trabalho tem um impacto primordial.</p>

<p>Segundo ele, as pessoas conseguem ser resistentes aos dados, mas poucas s&atilde;o imunes a eles. No futuro, o termo fake news pode tornar-se uma rel&iacute;quia da febre de 2017 (se tivermos sorte). No entanto a competi&ccedil;&atilde;o contra a desinforma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o morrer&aacute;. Empresas e governos est&atilde;o tomando a&ccedil;&otilde;es concretas - e suas consequ&ecirc;ncias ser&atilde;o sentidas por qualquer tempo.</p>

<p>Al&eacute;m da aten&ccedil;&atilde;o redobrada &agrave; interven&ccedil;&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es de tecnologia, especialistas assim como se preocupam com o poder dos governos. Mantzarlis, dizendo propostas de in&uacute;meros pa&iacute;ses europeus. A mais abrangente entrou em vigor no dia 1&ordm; de janeiro de 2018 na Alemanha. 195 milh&otilde;es) se n&atilde;o o fizerem. E para al&eacute;m dos textos pol&iacute;ticos virais, h&aacute; outras fronteiras que os checadores de informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o tentando cruzar.</p>

<p>Fotos e montagens circulam rapidamente em aplicativos fechados como o WhatsApp. Muita desinforma&ccedil;&atilde;o sobre isto sa&uacute;de, religi&atilde;o e na&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo propagada fora dos EUA, em pa&iacute;ses em desenvolvimento, apesar de o debate sobre o assunto not&iacute;cias falsas esteja focado s&oacute; no Ocidente. Existe, por&eacute;m, uma quest&atilde;o primordial nessa discuss&atilde;o: qual &eacute; o leg&iacute;timo embate da desinforma&ccedil;&atilde;o nos eleitores?</p>

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